Mazda: A cor nos automóveis:  Uma questão de expressão individual

Mazda: A cor nos automóveis: Uma questão de expressão individual

O primeiro detalhe que muitos de nós observamos num automóvel é a sua cor, só depois dando atenção à forma, ao design e aos pormenores. Uma determinada cor pode conferir carácter a um automóvel, colocá-lo em evidência ou misturá-lo com a paisagem urbana. Talvez ainda mais importante, é o facto dessa escolha permitir que os clientes possam expressar algo sobre si próprios ou sobre a sua relação com o automóvel, algo que está na génese do conceito Jinba Ittai, representação da união entre o automóvel e o seu condutor e que está subjacente a todos os modelos da Mazda.

Os esquemas de cores progressivas remontam aos primeiros modelos da Mazda. O Mazda R360 Coupé, o primeiro automóvel ligeiro produzido em série pela marca, chegou ao mercado em 1960 com uma seleção de cores refrescantes, incluindo tons como verde-menta, azul-celeste e vermelho-vivo, transmitindo dinamismo e oferecendo uma variedade de tons. O modelo incluía ainda algumas opções a duas cores, no que era uma raridade entre os micro-carros da época.

Nos anos seguintes, a Mazda continuou a propor opções de cores fora do comum, avançadas em termos de conceito, como a aplicada ao icónico Mazda Luce, por exemplo, disponível com elegantes acabamentos em tons dourado e prateado. De igual modo, o Mazda MX-5 tem vindo a colorir, ao longo dos últimos 30 anos, as estradas com um conjunto de cores vivas, entre elas o clássico ‘Racing Green’ e o ardente ‘Racing Orange’, exclusivo da versão “30º Aniversário”, pelo que os fãs do icónico desportivo dispuseram sempre de uma ampla palete de cores inéditas.

Então como agora, a maioria opta por comprar automóveis numa cor que pareça corresponder à sua identidade pessoal: nas culturas ocidentais, por exemplo, o vermelho transmite qualidades como a ousadia e o dinamismo, cor que há muito tem um significado especial para a Mazda e para os seus leais fãs; por outro lado, um tom mais escuro, como o ‘Azul Crystal’, exprime uma sensação de serena sofisticação; já o ‘Preto’ significa individualidade e autoconfiança, os tons verdes representam naturalidade, descontracção e alegria.

Em geral, as cores brilhantes e vibrantes sugerem jovialidade, enquanto as cores neutras e mais escuras exalam um ar de elegância e moderação. Conduzir um automóvel desportivo verde-lima é uma clara afirmação, de alguém que pretende fazer-se notado, enquanto um SUV Mazda CX-30 na cor ‘Cinza Ceramic’ pode sugerir gostos mais discretos.

E que cores predominam na estrada?

Tal depende da região considerada. Em determinados mercados, as tradições e os valores culturais têm um grande impacto na popularidade das cores. O preto, por exemplo, foi a segunda cor automóvel mais popular em 2020 a nível mundial, mas se na Europa e no Japão mais de 20% dos automóveis recém-registados contam com essa tonalidade mais escura, essa percentagem é de apenas 10% na América do Sul e de cerca de 2% na Índia. Por outro lado, o branco está no topo da lista em todas as regiões, exceto numa: a Europa!

Neste continente há um tom neutro que ganha força nos últimos anos: em 2020, 29% dos automóveis novos eram cinzentos, uma cor que há já alguns anos goza de enorme popularidade, em especial nas áreas da moda, tecnologia e design, não mostrando sinais de abrandamento. São vários famosos modelos da passerelle com os cabelos pintados de cinzento, a hashtag #Grannyhair (“Cabelo da Avó”) foi escrita mais de 360.000 vezes no Instagram e até a Pantone, entidade americana especialista em tintas e cores, elegeu o ‘Ultimate Grey’ como uma das suas “Cores do Ano” para 2020. Segundo a empresa, esse tom representa força e resiliência e é sinónimo de procura da verdade, conhecimento e sabedoria. Em tempos de incerteza, transmite uma sensação de consistência e segurança.

O cinzento consegue, assim, manter-se simultaneamente intemporal e muito moderno, tornando-o na escolha perfeita para um investimento de longo prazo, como é o caso de um automóvel. Como a procura de automóveis nessa cor se mantém elevada, a Mazda tem vindo a expandir a sua palete de tons de cinzento, de modo a disponibilizar aos seus clientes uma mais ampla hipótese de escolha, nomeadamente através das opções ‘Polymetal Grey’ e ‘Cinza Machine, que lhes permitem partilhar a sua paixão por belas proporções, linhas fluidas e contornos dramáticos, assente numa selecção de cores única, mais discreta.

Propondo, na Europa, uma palete de 12 cores[1] para os diferentes modelos que compõem a sua gama, desde o ‘Branco’ tradicional ao ‘Preto’ mais brilhante, acrescendo duas opções denominadas ‘3-Tone’ – ‘Cinza Ceramic’, ‘Polymetal Grey’ e ‘Vermelho Soul Crystal’ – exclusivas do Mazda MX-30 100% eléctrico[2], a Mazda está empenhada em oferecer aos seus clientes uma selecção que os entusiasme, em todos os aspetos.

O Sistema de Pintura Aqua Tech, à base de água, da Mazda reduz o volume de compostos orgânicos voláteis (COV), gases e pequenas partículas emitidas durante o processo de pintura, ao mesmo tempo que reduz as emissões de CO2. Fruto dos mais baixos níveis de emissões de COV e CO2, o sistema Aqua Tech da Mazda é, presentemente, um dos sistemas de pintura automóvel mais ecológicos do mundo.

Adicionalmente, para duas cores exclusivas da Mazda – ‘Machine Gray’ e ‘Vermelho Soul Crystal’ – a Mazda desenvolveu uma nova técnica de pintura sofisticada, denominada “Takuminuri”. Resultante da combinação dos termos japoneses de “Mestre-Artesão” (“Takumi”) e “Pintura” (“Nuri”), permitindo produzir em série o que parece ser um acabamento aplicado à mão, num processo em que se ensinam os robôs de pintura a imitar as técnicas daqueles seus especialistas.

Combinadas numa gama de carroçarias de qualidade superior, esta palete de cores e inovações são a forma que a Mazda encontrou para celebrar a beleza da cor, independentemente da sua tonalidade.

[1] O número, designação e disponibilidade de cores varia de mercado para mercado. 

[2] Mazda MX-30 e-Skyactiv (valores combinados, WLTP) – Consumo de electricidade: 19 kWh/100 km; Emissões de CO2: 0 g/km. Veículos homologados de acordo com a regulamentação WLTP (Regulamento (EU) 1151 / 2017; Regulamento (EU) 2007/715). 

A palete de cores Mazda em Portugal

Para o mercado nacional, a Mazda disponibiliza uma cor sólida, 8 tons metalizados, 2 cores especiais e ainda uma combinação exclusiva de 3 cores (denominada 3-Tone) para o novo SUV MX-30, a primeira proposta 100% eléctrica da Mazda, desenvolvidas sob a técnica artesanal “Takuminuri”.

Particularizando, a palete de cores nacional está assim dividida:

– Cor sólida (de série, sem custo):

Branco – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30;

– Cores metalizadas (opção):

Branco Pérola – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5 e Mazda MX-5 (de série apenas no Mazda MX-5 100th Anniversary);

Eternal Blue – Mazda2 e Mazda CX-5;

Azul Cristal – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda MX-5 e Mazda CX-5;

Cinza Ceramic – Mazda2 e Mazda MX-30;

Cinza Sonic – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30 e Mazda CX-5;

Polymetal Grey – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30;

Titanium Flash – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30 e Mazda CX-5;

Preto – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30;

– Cores metalizadas especiais (opção):

Cinza Machine – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30;

Vermelho Soul Crystal – Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5 e Mazda MX-5;

– Cores metalizadas especiais exclusivas (opção):

Cinza Ceramic 3-Tone – Mazda MX-30;

Polymetal Grey 3-Tone – Mazda MX-30;

Vermelho Soul Crystal 3-Tone –Mazda MX-30.

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